Campo de refugiados: O último refúgio dos sem pátria?

‘La filosofía que elude el problema del mal es cuento de hadas para niños bobos’, Nicolás Gómez Dávila Grandes partes do continente africano sofreram com a devastação de vários séculos de caça aos escravos, impulsionada pelos poderes que dominavam o comércio transatlântico e executada pelos seus aliados africanos. Esta onda destrutiva foi seguida, em menor escala, pelos massacres durante a conquista colonial, pelas guerras anticoloniais e pelas guerras civis daí resultantes. Todavia, a destruição sistémica das sociedades agrárias africanas, não obstante alguns percursores, ganhou um novo impetus e novas formas desde a segunda metade do séc. XX, com a onda de modernização externamente induzida (Cf. Sigrist 2001, Schiefer 2002). Como se mede o progresso na destruição? A destruição é facultada pelos complexos desenvolvimentista e humanitários – ambos super-visados, cada vez menos disfarçada, pelo complexo militar – e implementada, muitas vezes sem consciência, por estranhas alianças entre os operadores do desenvolvimento das sociedades civis internacionais e os seus rebentos africanos.

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