Exclusivo: Chile vive segunda jornada de marchas multitudinárias e volta a pressionar governo de Piñera

Nesta sexta-feira (1), a sociedade chilena mostrou que mudou o mês, mas o clima de rebelião popular continua o mesmo. O país viveu mais uma jornada de manifestações em diversas cidades, com destaque para o ato no centro da capital, Santiago, que contou com 200 mil pessoas, segundo a imprensa local.

O país vive um ambiente de convulsão social desde o dia 18 de outubro, quando ocorreu a primeira grande revolta por causa do aumento da passagem do metrô. Duas semanas depois daquela primeira explosão popular – e com um período de sete dias de estado de exceção e toque de recolher nesse meio tempo – as demandas mais importantes já são outras: a renúncia do presidente Sebastián Piñera e o início de um processo para criar uma nova constituição, através de uma assembleia constituinte. A atual carta magna do país ainda é a imposta pelo ditador Augusto Pinochet, em 1980.

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